O pioneirismo dos membros fundadores do Clube CEU foi fundamental para a concretização do sonho de se ter um lugar onde os amantes da aviação esportiva pudessem se juntar para a prática do esporte, trocar ideias e informações sobre o assunto. Porém, membros igualmente importantes são os da chamada nova geração de aviadores que irão perpetuar os ideais definidos pelos fundadores do Clube há 28 anos.
O empresário Duperron é um dos representantes dessa nova safra de amantes do esporte. Ele é membro do Clube oficialmente há pouco mais de dois anos, no entanto, diz se sentir como um velho amigo de todos os demais sócios. Fato que certamente se deve ao amor pelo voo compartilhado por todos os frequentadores.
Quando questionado sobre por que praticar um esporte tão pouco convencional quando se tem tantos outros à disposição, Duperron é sucinto.
“Por que ater-se ao convencional quando nem mais o céu é o limite?”

A sensação de liberdade talvez seja o ponto que mais desperta a atenção das pessoas para essa atividade. O também empresário Rodrigo Costa, que começou a voar quando tinha dezoito anos e faz parte do Clube desde 2006, teve um pequeno empurrão de sua família para a prática dessa modalidade esportiva.
“Fui influenciado pela minha família, parte do meu pai, do mesmo modo que também vou influenciando meu irmão e amigos mais próximos, apesar de quase todos voarem”, conta.
A importância de um local como o CEU que reúne pessoas que compartilham da mesma paixão é destacada pelos dois sócios.
“Posso dizer que vou ao Clube CEU todos os dias e não tem como avaliar de forma diferente essa equação: Clube CEU x todos os dias + amor ao voo = Amigos Eternos”, destaca Rodrigo.
“As pessoas não apenas gostam, mas são apaixonadas por voar. Quando se está apaixonado não se quer falar em outra coisa e, num clube onde todos compartilham desta mesma paixão, as amizades florescem e se aprofundam, regadas por infindáveis papos e trocas de experiências”, conclui Duperron.
















