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CMT Cezar Nepomuceno 
Presidente do Clube CEU

O Clube CEU acompanha, atento e confiante, o empenho do DAC na atualização das normas que regem o vôo esportivo, em especialmente, da categoria ultraleve no Brasil. Nada mais oportuno do que repensar uma atividade que, nos últimos tempos, vem passando por uma verdadeira revolução. A indústria de aviões esportivos, no Brasil como no mundo inteiro, deu um salto de qualidade realmente assombroso. As aeronaves, há muito deixaram de ser singelas maquininhas que voavam a 50, 60 quilômetros por hora. Hoje, raro é o ultraleve que anda a menos de 100 / 200 por hora. A maioria tem cinco, seis horas de autonomia de vôo. Quase todos do CEU estão equipados com VHF, Transponder, podendo operar, com total segurança, em qualquer espaço aéreo.

  Além de cuidar da reclassificação das aeronaves, o DAC cuida, com o máximo de sensibilidade, de rever os critérios de habilitação do piloto de ultraleve. A realidade é que os novos aviões da categoria estão voando à frente dos pilotos, quando a regra de ouro da aviação recomenda, justamente, o contrário: que o piloto deve voar à frente da máquina. Senhor dela e de todas as circunstâncias do vôo. E só mesmo uma qualificação muito mais apurada do piloto assegurará a todos um vôo seguro, um vôo realmente feliz, sonho de todo aviador.


 

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