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Clube CEU acompanha, atento e confiante, o
empenho do DAC na atualização das normas que regem o vôo
esportivo, em especialmente, da categoria ultraleve no Brasil. Nada mais
oportuno do que repensar uma atividade que, nos últimos tempos, vem
passando por uma verdadeira revolução. A indústria de aviões
esportivos, no Brasil como no mundo inteiro, deu um salto de qualidade
realmente assombroso. As aeronaves, há muito deixaram de ser singelas
maquininhas que voavam a 50, 60 quilômetros por hora. Hoje, raro é o
ultraleve que anda a menos de 100 / 200 por hora. A maioria tem cinco,
seis horas de autonomia de vôo. Quase todos do CEU estão
equipados com VHF, Transponder, podendo operar, com total segurança, em
qualquer espaço aéreo.
Além de cuidar da reclassificação das aeronaves, o DAC cuida,
com o máximo de sensibilidade, de rever os critérios de habilitação do
piloto de ultraleve. A realidade é que os novos aviões da categoria estão
voando à frente dos pilotos, quando a regra de ouro da aviação
recomenda, justamente, o contrário: que o piloto deve voar à frente da máquina.
Senhor dela e de todas as circunstâncias do vôo. E só mesmo uma
qualificação muito mais apurada do piloto assegurará a todos um vôo
seguro, um vôo realmente feliz, sonho de todo aviador. |
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